Palestrantes
  • mostras

    Esta seção está sendo atualizada constantemente, com a inserção dos artistas que irão participar do V Mobilefest! Fique ligado!

    • Analívia Cordeiro

      Bailarina, coreógrafa, videomaker, arquiteta e pesquisadora corporal. Formada no método Laban por Maria Duschenes (Brasil), em dança moderna americana pelos estúdios de Alvin Nikolais e Merce Cunningham (Nova York) e em Eutonia (Brasil). Cursou a faculdade arquitetura na FAU-USP, mestrado em multimeios na UNICAMP e doutorado em comunicação e semiótica na PUC-SP. Pioneira mundial da “computer-dance” (1973) e da vídeo-arte no Brasil (1973). Criou vários vídeos, espetáculos multimídia, um software de notação de movimento, publicado no livro/vídeo: “Nota-Anna - uma notação eletrônica dos movimentos do corpo humano baseada no Método Laban”, editora Annablume/FAPESP (ver http://www.notaanna.com.br), o CD-Rom Waldemar Cordeiro (2001) e o DVD uCorpo (www.ducorpo.com).


    • Antoni Abad

      Foi escultor por muitos anos, até descobrir que podia trabalhar com a combinatória que usava nas esculturas transportada para o território do vídeo projetado, quando conheceu essa tecnologia no Banff Centre, no Canadá. Depois disso, trabalhou quase dez anos em projetos de projeções no espaço e também com softwares, até que finalmente fez um projeto com uma mosca virtual que morava no computador dos usuários, que escondia uma comunidade distribuída onde não se podia interceptar as comunicações desses usuários, “uma comunidade preparada para poder conspirar”, e finalmente, começou a trabalhar com os celulares, com a Internet e “com todos esses coletivos”, dos quais podemos ter uma mostra no seu projeto http://www.megafone.net/.


    • Arthur Tuoto

      Arthur Tuoto trabalha com vídeo, fotografia e novas mídias. Conta com exibições em mais de 50 festivais e exposições no Brasil e ao redor do mundo, entre as quais destacam-se: Videoformes - International Video and New Media Art Festival (França), aluCine Latin Media Festival (Canadá), Pocket Films Festival (França), Naoussa Short Fim Festival (Grécia), 5th Salon de Arte Digital (Venezuela) e Armenian Center for Contemporary Experimental Art (Armenia). Através de reconfigurações do cotidiano e da memória, o artista vem tecendo uma obra diversificada que inclui videoarte, vídeo instalação, ficção e documentário experimental. Realiza cursos e workshops sobre vídeo, cinema e novos formatos. Vive e trabalha em Curitiba, Brasil.


    • Bruno Viana

      Bruno Vianna trabalha com cinema, meios portáteis e instalações. Dirigiu 4 curtas entre 1994 e 2003, e lançou seu primeiro longa, Cafuné, em 2006. Em 2008 lançou um longa editado ao vivo, Ressaca, que usa uma interface desenvolvida especialmente para o projeto. Tem trabalhos em suportes portáteis como Palm Poetry e Invisíveis. É formado em cinema e tem um master pelo ITP-NYU.


    • Camila Hamdan

      Mestre em Arte e Tecnologia pela Universidade de Brasília/UnB, sob orientação da Profª Dra. Suzete Venturelli. Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS (2003). Estagiou em 2006 no Laboratório de Novas Tecnologias nas Artes Visuais/NTAV, grupo Artecno, na Universidade de Caxias do Sul/UCS, coordenado pela Profª Dra. Diana Domingues. Bolsista de Apoio Técnico à Pesquisa do CNPq no Laboratório de Pesquisa em Arte e Realidade Virtual do Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade de Brasília/UnB. Atua na área da Arte, Tecnologia e Educação desenvolvendo pesquisas em Realidade Aumentada sobre o conceito de Cíbrido.

    • Carolina Alves

      Formada em desenho industrial com ênfase em Comunicação Visual pela PUC-Rio, tem como principais interesses: mobilidade, ubiquidade, design de interação, design centrado no usuário, usabilidade, arquitetura de informação, novas tecnologias, programação, celulares, Internet e TV digital.

      Atualmente atua como designer de interfaces e interação na M4U, empresa de gestão de serviços de valor agregado para telefonia móvel, fixa e convergente, responsável pelo whitelabel de grandes operadoras como Oi e BrasilTelecom. Desenvolvendo projetos que requerem confecção de benchmarks, definição de escopo junto a clientes internos e externos, elaboração de arquitetura de informação e wireframes, testes de usabilidade, criação de layouts, programação e acompanhamento das fases de implementação e testes de qualidade de aplicativos convergentes nas plataformas J2ME/JavaCard, S@T/WIB, Web, WAP WML/XHTML e TV Digital interativa.

      Além disso, participou durante 3 anos das atividades do Núcleo de Arte Eletrônica da PUC-Rio coordenado pela professora Rejane Spitz desenvolvendo projetos ligados a arte eletrônica, internet e celulares, inclusive a conceituada instalação artística “Você tem fome de quê?” exposta em Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.

      Como projeto de conclusão de curso, desenvolveu, junto com o professor Marcelo Pereira uma nova forma de interação entre escola, alunos, pais e professores ao conciliar mobilidade e rapidez, e estimular a inclusão digital no país. O projeto foi intitulado “Escola Móvel: Telefonia celular intermediando o acesso às informações escolares”. 


    • Caroline Bernard

      Nascida 1978, de nacionalidade francesa. Docente na Escola de Fotografia de Vevey e colaboradora científica do laboratório Novas Formas da interatividade da Escola de Altos Estudos em Arte e Design — Genebra, Caroline Bernard é uma artista que investe nas novas formas de cinema, nas chamadas imagens mobiles, e nos vídeos interativos. Nos últimos anos, ministrou workshops na França, na Suíça, na China e no Uzbequistão.


    • Chris Fry

      Dr. Chris Fry é artista e professor que reside em Londres. Atualmente, leciona na University of Westminster no curso de Prática de Mídia Contemporânea, pela Escola de Mídia, Arte e Design. Seu doutorado investiga o papel das platéias em obras de arte locativas e generalizadas. Seus interesses atuais de pesquisa incluem a crença na interatividade e como as platéias entendem seu papel em obras de arte interativas.


    • Christine Engelberg

      Pós graduanda em Mídias Interativas e formada em Design Gráfico e Design de Produto, começou produzindo flyers para festas e casas noturnas nos anos 90. Trabalhou no Dept de criação da Ellus, Tyco Electronics e Cauduro e Martino. Morou no Japão por 6 anos onde trabalhou como diretora de arte da Metropolis Magazine. Atualmente é freelancer e trabalha para editoras como Abril e Manchete. Em 2008 foi comissionada pelo Sesc Pompéia para desenvolver um painel decorativo para exposição " Vida Louca Vida Intensa, Uma Viagem pela Contracultura" que virou flyer e catálogo. Participou da apresentação Pecha Kucha NIghts SP 3, realizado pelo Instituto Cultural Itaú, como parte do evento Emoção Art.ficial 4.0


    • Clara Boj e Diego Diaz

      Têm seus trabalhos solos transformados em projetos colaborativos desde 2000. Seu trabalho é centrado principalmente na transformação do espaço público e nas transformações (arquitetônicas, tecnológicas, funcionais, sociais, …) resultantes da incorporação de novas tecnologias ao espaço rotineiro, de onde eles criam facilidades que combinam qualidades físicas e virtuais para tentar construir arcos de continuidade entre as velhas e as novas formas de relação social, entre os novos e os velhos espaços de comunicação.


    • Claudio Bueno

      Artista multimídia, mestrando em Artes Visuais na ECA-USP. Em 2009, foi residente do LabMIS e do Red Bull House of Art. Foi contemplado pelo Rumos de Arte Cibernética do Itaú Cultural e indicado ao Prêmio Sérgio Motta. Junto ao grupo LAT-23, participou da exposição Transitio_mx no México, da mostra Connecting Urban Spaces nas Filipinas e ganhou o Rumos de Webdocumentário. Exibiu seus trabalhos nas exposições Grau Zero no Paço das Artes, Demasiada Presença na Escola São Paulo (grupo A&M tecnológicos-FASM), Mobilefest no MIS e #8 Art na UNB e no Museu Nacional, em Brasília, (grupo Poéticas Digitais-USP). Seus trabalhos atuam principalmente em torno da arte em mídias móveis, locativas, net art e na confluência de interfaces físicas, digitais e eletrônicas.


    • Cristiano Rosa

      Nasceu em Porto Alegre em 1973. Iniciou na arte experimental em 1989, quando usava microfonias, loops de fitas cassetes amassadas e percussão em metal em suas composições. 1990-1999 colaborou com outros artistas em exposições, instalações e performances. Em 2000 apresentou seu projeto solo chamado Jazzymenow no Instituto Goethe de Porto Alegre. 2001 fundou selo de música experimental chamado Crackerjack, onde publicou uma série de improvisações em fita cassete. A partir de 2005 iniciou sua pesquisa em Circuit Bending, Hardware Hacking e novas formas de produzir áudio e vídeo por seus dispositivos feitos à mão. 2006 realizou seu primeiro concerto baseado em dispositivos construídos, alguns sintetizadores e vídeos de sua autoria. Com seu projeto Panetone, tocou com artistas como: Zbigniew Karkowski (Polônia), Michelle Agnes (Brasil), Colorir (Brasil), Duplexx (Brasil), Cristof Kurzmann (Áustria), Cristiano Figueiró (Brasil), Orquestra Organismo (Brasil), xname (Itália), LiveNoiseTupi (Brasil-Croácia), Andre Wakko (Brasil), Julie Rousse (França), Penelopex (Alemanha), Klass Huebner (Alemanha), Preslav Literary School (Inglaterra), City Harvest Black (EUA), Colonel Pamisan (EUA), Mauro Martinuz (Itália), Sebastian Faeth (Alemanha), Guiseppe Birardi (Itália). Realizou seu primeiro workshop de Circuit Bending no Rio de Janeiro. 2008 iniciou uma galeria de arte e sua oficina em Porto Alegre com alguns amigos, um espaço dedicado a arte experimental. Realizou uma Circuit Bending Brasil Tour, tocando concertos e oficinas no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, São Carlos, logo após uma Circuit Bending Euro Tour, passando por Zagreb, Krizevci, Ljubljana and Berlim em colaboração com artistas locais. Participa do coletivo LiveNoiseTupi (Brasil-Croácia). 2009 Participou da 3° Convenção Internacional de Pure Data onde apresentou uma solução de integração em software livre Pure Data e o Circuit Bending. Seus instrumentos são utilizados pelos seguintes artistas: Li Chin Sung (China), Coletivo Chelpa Ferro (Brasil), Leo Monteiro - Orquestra Imperial (Brasil), Douglas Dickel (Brasil), Kruno Jost (Croácia), Sebastian Faeth (Alemanha), Guiseppe Birardi (Itália), Jose Ignacio Lopez Ramírez-Gastón (Peru), Peter Gossweiler (Brasil).


    • Damien Guichard

      Francês, nascido em 1975. Docente na Escola de Fotografia de Vevey, é designer profissional. Com larga experiência na comunicação institucional, (ONGs, comunicação para cidades), interessa-se especialmente por Novas Mídias, tendo obtido diploma de pós-graduação na área na Escola de Altos Estudos em Arte e Design — Genebra.


    • Diana Domingues

      Pós-doutora pelo ATI - Art & Technologies de l´Image, Université Paris VIII e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Artista, pesquisadora nível 1 CNPq, professora colaboradora na Universidade de Brasília - Pós-Graduação em Arte - Linha de pesquisa Arte e Tecnologia - Laboratório de pesquisa em Arte e Realidade Virtual. Uma das pioneiras e atuante artista e pensadora sobre práticas criativas na dimensão artística, estética e antropológica da relação arte, ciência e tecnologia, desenvolve pesquisas sobre expansão sensorial e perceptiva por dispositivos de interação, comportamento evolutivo, imersão em realidade virtual, realidade aumentada e misturada, tecnologias da mobilidade, plataformas sociais em software arte. Entre livros de autoria individual ou organizados publicou títulos de referência como: Arte e vida no Século XXI: Tecnologia, Ciência e Criatividade, EDUNESP, 2003; Criação e Interatividade na Ciberarte, Experimento, 2002; A Arte no Século XXI: a Humanização das Tecnologias, EDUNESP, 1997. Textos publicados no Canadá, França, México, Itália, China, Japão, Estados Unidos, em periódicos como Leonardo e Digital Creativity Journals, livros pelas Editoras Harmattan, Presses UQAM, Presses Laval. Membro representativo no Brasil do LEF, Leonardo Education Forum, consultora e membro de comitês científicos e editoriais como: ISEA, Refresh! Re-place, Digital Creativity, DigiArts UNESCO, Conselho Consultivo ABCiber. Artista com mais de 40 exposições individuais e 130 coletivas na Suécia, USA, China, França, México, Peru, Argentina, Alemanha. Prêmios: The 2000 UNESCO PRIZE-7h Biennial la Habana; The First LEONARDO Global Crossing Prize, 2004 – Rockefeller Foundation.


    • Diego Jair Vicentin

      É pesquisador, mestre em sociologia e membro do grupo de estudos CTeMe (Conhecimento, Tecnologia e Mercado) da Unicamp. Suas primeiras reflexões gravitam em torno do consumo de novas tecnologias, em especial do “consumo da mobilidade”. Mais recentemente tem se dedicado ao estudo da “economia política do fluxo”, ou seja, dos motores, barreiras e filtros que se impõe ao trânsito de dados nas redes informacionais. Para ler alguns de seus textos: http://cteme.sarava.org/Main/DJV.

    • Edgar Franco

      Nascido a 20 de setembro de 1971, em Ituiutaba, Minas Gerais, a arte entrou cedo na vida de Edgar Franco. Aos 12 anos publicou sua primeira história em quadrinhos (HQ) em um fanzine, desenvolvendo um amor constantemente renovado por esta forma de expressão. Graduou-se em arquitetura e urbanismo na Universidade de Brasília (UnB), onde iniciou suas pesquisas sobre a linguagem dos quadrinhos e suas interfaces com a arquitetura. Anos depois o avanço dessa pesquisa veio a resultar no livro História em Quadrinhos e Arquitetura, publicado pela editora Marca de Fantasia em 2004. Em seu mestrado em Multimeios na Unicamp estudou as HQs na Internet, batizando essa linguagem híbrida de quadrinhos e hipermídia de HQtrônicas (histórias em quadrinhos eletrônicas), pesquisa que serviu como base para o livro “HQtrônicas: Do Suporte Papel à Rede Internet” editado em 2005 pela parceria entre as editoras Annablume e a FAPESP, com sua segunda edição publicada em janeiro de 2008. Em 2006 concluiu o doutorado em Artes na ECA/USP, foi professor dos cursos de Ciência da Computação e Arquitetura e Urbanismo da PUC-MG (Unidade Poços de Caldas) durante 7 anos (2001-2008), atualmente é docente adjunto I da FAV - Faculdade de Artes Visuais da UFG - Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, onde também é professor permanente no Programa de Mestrado em Cultura Visual. O trabalho de Franco como artista multimídia envolve também obras criadas para suportes hipermidiáticos, entre elas as HQtrônicas “Ariadne e o Labirinto Pós-Humano”, que integrou a Mostra de Artes - Sesc SP/2005 ; “NeoMaso Prometeu”, menção honrosa no "13º Videobrasil - Festival Internacional de Arte Eletrônica" (Sesc Pompéia/2001) e “O Mito Ômega”, web arte envolvendo vida artificial e algoritmos evolutivos. Também é mentor do projeto musical industrial ambient “Posthuman Tantra” - que lançou em 2007 seu primeiro CD oficial por uma gravadora Suíça (Legatus Records).

    • Elaine Souza Resende Sklorz

      Jornalista freelancer em mídia impressa e textos para internet. Atualmente desenvolve pesquisa de doutoramento, com bolsa do CNPq, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP). Em cartografia pretende retratar a utilização de tecnologias móveis em transportes públicos paulistanos durante os períodos de apagões de mobilidade. Tem como hipótese que há no Brasil uma utilização particular das mídias móveis. Parte da coleta do material, que será utilizada nos comparativos, deve ser produzida na Alemanha, referência mundial em tecnologias móveis embarcadas, no primeiro semestre de 2011. É orientada pela reconhecida pesquisadora e artista multimídia Giselle Beiguelman.

    • Eleonora Sampaio Caselato

      Nasceu em 1948, em São Paulo, mas passou sua infância e adolescência em Amparo, interior do estado. Lá cresceu, brincou muito na rua, fez os cursos primário, ginasial e magistério, estudou acordeom, aprendi e ensinou trabalhos manuais variados, participou de movimentos religiosos. Voltou para São Paulo aos vinte e poucos anos, para trabalhar como professora em escolas municipais. Foi o que fez durante alguns poucos anos, pois parou para fazer crescer suas filhas que nasceram na década de setenta. Em 1983 voltou a trabalhar como professora e educadora em uma escola muito diferente das que havia conhecido até então (Escola Ágora, em Cotia – Grande São Paulo), atuando como alfabetizadora por vinte e três anos. Aposentada por motivo de saúde (é portadora de vírus HCV – hepatite C), retomou seus estudos de acordeom e faz parte da Orquestra Sanfônica de São Paulo (de sanfonas, mesmo!).

    • Érika Caramello

      Publicitária, especialista em Tecnologias da Informação e comunicação e mestre em Comunicação, com ênfase em redes sociais. Trabalha com criação desde 1997 e com mídias digitais desde 2000. Possui experiência em provedor de internet e em várias agências mobile, off e online, tendo como clientes Coca-Cola, Banco Real, Vivo, Goodyear Brasil, Secretaria da Fazenda - SP e Governo do Estado - RS. Também atuou como professora em cursos nas áreas de Publicidade e Propaganda, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Sistemas para Internet, sempre lecionando disciplinas ligadas à comunicação e novas tecnologias, inclusive na modalidade a distância. É professora de pós-graduação em Propaganda e Marketing na Univali, gerente de planejamento na Polvora! Comunicação e sócia da 8D Digital, onde desenvolve games (www.8Dgames.com.br) e realiza cursos e eventos (www.8Dcursos.com.br) focados em entretenimento e negócios digitais, incluindo o PhoneDevCamp Brasil (www.iphonedevcamp.com.br).

    • Fabio Fon e Soraya Braz

      Fabio FON (Fábio Oliveira Nunes) é artista multimídia e designer digital, atuando entre outras áreas, nos estudos de hipermídia, web arte, arte mídia e poéticas da visualidade. Um dos seus estudos mais importantes é WEB ARTE NO BRASIL, realizado a partir de 1999 e atualmente dedica-se à pesquisa da arte tecnológica crítica. É Doutor em Artes na Escola de Comunicações e Artes da USP e Mestre em Multimeios (Multimídia) na UNICAMP. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Soraya Braz é artista multimídia, com bacharelado em artes plásticas (multimídia e intermídia) na Escola de Comunicações e Artes da USP e pesquisadora sobre a produção artística em novos meios, em especial, abordando as relações entre as redes de dispositivos móveis e a radiação eletromagnética. Desenvolveu junto ao artista Fábio Oliveira Nunes (Fabio FON) uma série de trabalhos envolvendo sensores de radiação eletromagnética que discutem implicações ambientes e sociais dos dispositivos móveis, tais como os trabalhos Grampo e Roaming.

    • Fabio Josgrilberg

      É jornalista, mestre em Estudos da Mídia pela Concordia University, Canadá, e doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, com estágio pós-doutoral na London School of Economics and Political Science. É pesquisador do grupo Comunicação e Tecnologias Digitais (COMTEC) e do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo. Na mesma instituição, é gerente de desenvolvimento de cursos da Pró-reitoria de Educação a Distância. É membro da comissão editorial do Wi-Journal of Mobile Media e editor executivo da revista Comunicação & Sociedade. Integra o comitê internacional do Mobile Life e o comitê executivo da Cátedra de Gestão de Cidades. Experiência profissional: jornalismo diário, assessoria de imprensa, pesquisa, gestão de projetos de e-learning, capacitação para uso de mídias digitais com vistas à construção de processos colaborativos de produção do conhecimento, de projetos de inclusão social e de desenvolvimento local.

    • Felipe Fonseca

      Felipe Fonseca é pesquisador e articulador de projetos de cultura digital, tecnologias livres de produção cultural e redes colaborativas de inovação. Faz parte do núcleo experimental Desvio do Weblab.tk. É um dos fundadores da rede Bricolabs e da MetaReciclagem, que recebeu o Prêmio de Mídias Livres do Ministério da Cultura, além de menção honrosa no Prix Ars Electronica 2006 (Áustria) e no Prêmio APC Betinho de Comunicações (Uruguai). Participou como palestrante em diversas conferências internacionais. É também integrante do conselho editorial da revista A Rede e do conselho consultivo da associação DesCentro.

    • Gaby David

      Gaby David, nascida no Uruguai, é doutoranda no Lhivic, (laboratório de história visual contemporânea) do "Arts et images" department of the EHESS. (Ecole des Hautes Etude en Sciences Sociales) G. David é mestre em Artes Plásticas pela University of Paris 8, Saint Denis, 2006. Estuda as atitudes culturais visuais e os meta-discursos culturais construídos ao redor de alguns dos principais conceitos chave de mobilidade tais como ubiqüidade, privacidade. Sua experiência profissional é no campo de ensino de artes e linguagens.

    • Gilberto Mendes

      Iniciou seus estudos de música aos 18 anos, no Conservatório Musical de Santos, com Savino de Benedictis e Antonieta Rudge. Praticamente autodidata em composição, compôs sob orientação de Cláudio Santoro e Olivier Toni, e freqüentou Ferienkurse fuer Neue Musik de Darmstadt, Alemanha, em 1962 e 1968. É um dos signatários do Manifesto Música Nova, publicado pela revista de arte de vanguarda Invenção, de 1963. Foi porta-voz da poesia concreta paulista, do grupo Noigandres. Como conseqüência dessa tomada de posição, tornou-se um dos pioneiros no Brasil no campo da música concreta, aleatória, serial integral, mixed média, experimentando ainda novos grafismos, novos materiais sonoros e a incorporação da ação musical à composição, com a criação do teatro musical, do "happening". Também professor universitário, conferencista, colaborador das principais revistas e jornais brasileiros. Gilberto Mendes é o fundador (1962) e ainda o diretor artístico e programador do festival Música Nova de Santos, o mais antigo em seu gênero em toda a América. Como professor convidado e composer in residence, deu aulas em The University of Wisconsin-Milwauke, na qualidade deUniversity Artist 78/79; e emTinker Visiting Professor, distinção que somente personalidades como o escritor argentino Jorge Luís Borges e o brasileiro Haroldo de Campos já tinham recebido. Além dessas duas distinções no exterior, Gilberto Mendes recebeu, no Brasil, entre outros, o Prêmio Carlos Gomes, do Governo do Estado de São Paulo, e também diversos prêmios da APCA, o I Prêmio Santos Vivo, dado pela Ong de mesmo nome, pela sua obra "Santos Football Music", além da indicação para o Primeiro Prêmio Multicultural do jornal "O Estado de São Paulo", a Bolsa Vitae, o prêmio Sergio Mota hors concours 2003 e o título de "Cidadão Emérito" da cidade de Santos, dado pela Câmara Municipal de Vereadores. Em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, no ano de 2004, o autor recebeu a insígnia e diploma de sua admissão na Ordem do Mérito Cultural, na classe de comendador, do Ministério da Cultura, das mãos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Verbetes com seu nome constam das principais enciclopédias e dicionários mundiais, como o GROVE inglês, o RIEMAN alemão, o importantíssimo Dictionary of Contemporarry Music, de John Vinton (USA), e inúmeros outros. Sua obra já foi tocada nos cinco continentes, principalmente na Europa e EUA. Destacam-se, para orquestra, Santos Football Music e o Concerto para Piano e Orquestra; para grupos instrumentais, Saudades do Parque Balneário Hotel, Ulysses em Copacabana Surfando com James Joyce e Dorothy Lamoura, Longhorn Trio, Rimsky; para coro, Beba Coca-Cola, Ashmatour, o Anjo Esquerdo da História, Vila Socó Meu Amor, e inúmeras peças para piano e canções. Gilberto Mendes é doutor pela Universidade de São Paulo, onde deu aulas no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes até se aposentar. Seu livro Uma Odisséia Musical foi publicado pela Edusp. Faz parte, como membro honorário, da Academia Brasileira de Música, e do Colégio de Compositores Latinoamericanos de Música de Arte, com sede no México.

    • Giuliano Obici

      Giuliano Obici artista experimental com ênfase em arte sonora. Graduado em psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (2004) e mestre em comunicação e semiótica pela PUC-SP (2006) com o livro "Condição da Escuta: mídias e territórios sonoros" editora 7Letras. Professor do curso de produção musical da universidade Anhembi Morumbi. Ministra cursos livres em arte digital abordando temas como interação em tempo real em música e instalações utilizando software e hardware livre. Forma o duo N-1 com o músico Alexandre Fenerich.

    • Greg Giannis

      Possui formação em engenharia de software, mas afastou-se isso em meados dos anos 90 para perseguir o seu interesse na prática da arte. Desde então, expôs e apresentou trabalhos em diversas exposições de arte e mídia em diversos festivais na Austrália e no exterior. Com uma prática diversificada, experimentando com várias mídias e em múltiplos contextos, atualmente desenvolve um projeto - “Peripato Telematikos” - que é parte da sua candidatura PhD, e envolve caminhadas como performance, colaboração, mapeamento subjetivo e escrita de software. Projetos passados incluem trabalho fotográfico, instalações interativas, projeções públicas, net.art, colaborações com criaturas vivas e arte generativa. Greg também já trabalhou em uma variedade de ambientes comerciais como engenheiro de design de software, web designer, consultor de usabilidade e consultor técnico.

    • Guilherme Tsubota

      Consultor Executivo sobre Tecnologia Móvel, Tsubota trabalha desde meados de 2000 em disseminar a cultura da informação onipresente. Em 2005 fundou a empresa Variari Agência Mobile para atender uma demanda em crescimento nas empresas, agências de publicidade e instituições. Criou e planejou projetos dos mais diversos tipos, produtos VAS para operadoras de telefonia móvel e projetos corporativos. Trabalhou fortemente no lançamento de jogos para celular e aplicativos de produtividade pessoal. Vislumbrou o mercado de nicho, uma vez que o celular é extremamente pessoal. Com isso foram lançados alguns produtos de grande sucesso. Atualmente Tsubota continua seu trabalho de pesquisa acadêmica sobre mobilidade, com cursos e palestras. Também trabalha como Consultor Executivo e Mobile Evangelist em grandes empresas e Instituições, além de Criador de Games.

    • Julia Kazarina

      Julia Kazarina é fotógrafa, artísta de mídia e co-autora de projetos para o festival internacional de arte celular “heARTbeats”, baseado na cidade de Ekaterinburg, Rússia. Julia é autora e curadora de projetos de mídia móvel tais como “THRU the LENS” e “Signs of Love”. Atualmente está desenvolvendo outros projetos ligados a fotografia móvel e vídeo.

    • Kasia Molga

      É uma artista interdisciplinar, vive e trabalha em Londres. Estudou Belas Artes e Animação na Academia de Belas Artes de Poznan (MFA), na Polônia, e Design Interdisciplinar na Faculdade de Artes e Design Central Saint Martin College em Londres (MA). Estudou também cinema e vídeo (1998). Sua prática combina meios tradicionais, como pintura, desenho e animação tradicional com edição digital interativa e mídias mobile. Através de suas peças, ela questiona a atitude do espectador frente a convenções no entendimento do que é arte, ao introduzir novos meios de experiência usando modernas tecnologias. Frequentemente ela incorpora definições de várias formas de arte de vanguarda, expandindo os limites da expressão e percepção do trabalho da arte. Seu trabalho visual explora sobretudo a noção de interconectividade, laços efêmeros de compaixão entre pessoas confundidas com o Universo. Atualmente Kasia dirige seu próprio estúdio, uma plataforma tanto para seus projetos profissionais como não profissionais, e também um espaço dinâmico de compartilhamento de experiências, idéias e trabalhos com artistas do mundo todo. Kasia é doutoranda e pesquisadora em University of East London.

    • Lucia Santaella

      Professora na pós-graduação em Comunicação e Semiótica e coordenadora da pós-graduação em Tecnologias de Inteligência e Design Digital, ambos na PUCSP. Presidente Honorária da Federação Latino-Americana de Semiótica e Membro Correspondente brasileiro da Academia Argentina de Belas Artes, recebeu o prêmio Jabuti (2002), o prêmio Sergio Motta-Liber (2005) e o prêmio Jabuti (2009, terceiro lugar na categoria). Organizou 11 livros e, de sua autoria, publicou 30 livros.

    • Marcus Marçal

      Nascido na Baixada Fluminense em 1972, é jornalista profissional com particular especialização em publicações voltadas ao meio musical. É músico diletante por excelência e apreciador de arte desde a infância, atualmente desenvolve projeto acadêmico voltado à inter-relação entre Iconomia, Metasensorialismo, Rádio Cognitivo e Convergência Digital.

    • Max Schleser

      Max Schleser é diretor de cinema residente em Londres, atualmente doutorando pelo CREAM Research Centre na University of Westminster. Seu portfólio inclui diversos experimentos e projetos de documentários colaborativos que foram exibidos em festivais de cinema e novas mídias no Reino Unido e internacionalmente (incluindo eventos em Berlim, Nova Iorque, São Paulo e Tókio). Max curou e organizou exposições de arte, eventos de contatos de mídia, projeções de filmes e conferências de pesquisas internacionais FILMOBILE (www.filmobile.net). Proferiu palestras e conferências em Gaborone e Kuala Lumpur. Atualmente Max leciona Multimídia Criativa na Limkokwing University of Creative Technology explorando dispositivos móveis como ferramentas criativas e educacionais.

    • Mílton Jung

      Jornalista, âncora do programa CBN SP, autor do Blog do Mílton Jung e dos livros "Jornalismo de Rádio" e "Conte Sua História de São Paulo". Atuou nas principais emissoras de televisão do país e foi jornalista do Portal Terra.

    • Nicholas Knouf

      Nicholas Knouf é doutorando em Ciência da Computação pela Cornell University em Ithaca, NY. Sua pesquisa explora espaços intertsticiais, teoria crítica, arte digital e estudos em ciências e tecnologia. Seus projetos em desenvolvimento incluem MAICgregator; Fluid Nexus; projetos de fantoches robóticos que se unem ao imaginário psico-sócio-político; e projetos sonoros que incentivam a expressão do indizível. Seu trabalho foi reconhecido por diversos prêmios incluindo uma Menção Honrosa pelo Prix Ars Electronica na categoria [a próxima ideia] (2005), o Leonardo Abstracts Service (LABS) por sua tese de mestrado (2008), um Prêmio de Distinção do festival Memefest (2008), um transmediale especial "Online Highlight" (2009) e um "Turbulence Spotlight" (2009). Além disso, seu trabalho tem gerado discussão nas mídias online e impressa, incluindo a revista ID , o Boston Globe, CNN, Slashdo e Afterimage.


    • Norene Leddy e equipe Kestos Ismos/ Aphrodite project

      Norene Leddy: Artista, diretora de projeto Kestos Ismos/ Aphrodite project. O trabalho de Norene examina como a tecnologia é utilizada em relação ás populações marginalizadas. Seus recentes projetos incluem trabalhar com profissionais do sexo a fim de explorar maneiras como a alta e baixa tecnologias podem ser usadas para sua proteção e expressão, desde o mais recente modelo de GPS e software de celular aos kits do tipo "faça-você-mesma" mais simples encontrados em lojas de eletrônicos. Além de desenhos, vídeo, escultura e instalação, workshops e performances são práticas freqüentes da artista. Sua obra já foi exposta internacionalmente e recebeu diversos prêmios e residências, incluindo uma Fulbright Fellowship. Norene é MFA pela Parsons School of Design e atualmente ensina desenho vídeo na Parsons and Kean University. Andrew Milmoe: diretor técnico. Andrew é o Líder Técnico das plataformas dos projetos desde 2004. Desenvolveu a interface e integrou a tecnologia aos ossos 2 primeiros pares de sapatos, e está trabalhando em tecnologia GPS para nossos modelos mais recentes. Andrew é um artista de novas mídias e expert em computação física. Constrói sua própria arte interativa desenvolvendo plataformas eletrônicas para expressão pública criativa. Andrew é B.F.A. pela Carnegie Mellon e M.P.S. pela New York University. Ed Bringas: diretor técnico. Ed juntou-se à equipe em agosto de August 2006 para trabalhar no protótipo dos sapatos usados nas performances na Noruega e Dinamarca, e desenvolveu uma versão "faça-você-mesma" das sandálias. Ed é um artista de novas mídias e educador de arte, leciona robótica, artes e ciências, e é M.P.S. pela New York University. Melissa Gira Grant: diretora de web, conselheira comunitária Melissa juntou-se à equipe em setembro de 2006 para ser nossa Conselheira Comunitária e Web Director. Escritora, educadora e artista, com trabalho em sexo e tecnologia. É co-fundadora da Boffery, uma ferramenta online para organizar e discutir a vida sexual das pessoas, e escreve sobre sexo e a internet em seu premiado Sexerati. É também consultora em mídia social para St. James Infirmary, uma clínica de saúde gratuita para profissionais do sexo. Como e defensora das profissionais de sexo com forte conhecimento em tecnologia, Melissa colabora com grupos de direitos internacionais para melhorar as condições das pessoas na indústria do sexo através das novas tecnologias.

    • Pablo Oruê

      Artista, pesquisador de novas mídias, fundador da startup MobileYou e músico. Fundador da startup MobileYou, empresa especializada em desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis e estratégias de comunicação mobile, organizador do evento iPhonedevbr no MIS-SP. Analista de métricas/ tracking de internet para diversas marcas, geração de análise e estatísticas para equipes de negócios. Analista de tráfego publicitário em canais do Terra Corp. Designer dos portais da IBM US. Bacharel em Tecnologia e Mídias Digitais com habilitação em Arte e Tecnologia, 2009, pela PUC - SP, São Paulo.

    • Victor Viña

      Originalmente um designer de produto, Victor Viña tem mestrado em Design de Interação no Royal College of Art, de Londres. Desde 2000 tem desenvolvido projetos acadêmicos e pesquisas em diversas instituições, incluindo Mediamatic Amsterdam, Interaction Design Institute Ivrea, Elisava School of Design, Barcelona e no Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, onde colabora com Fab Lab Bcn, uma oficina de fabricação digital do parte do programa de extensão do MIT Center for Bits and Atoms' Fab Lab. Ele é editor da revista de design TdD, publicada em Barcelona. Seu trabalho foi exposto e apresentado na Espanha, Itália, Portugal, Inglaterra, Escócia, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Croácia, Colômbia, Cuba, Venezuela, Senegal e nos Estados Unidos. Tem desenvolvido projetos de intervenção crítica e participação social com crianças em Barcelona, Berlim, Manizales, Medellín e Bangalore. Seus projetos incluem visualizações interativas, objetos em rede, pesquisa sobre redes digitais no espaço público, quadros tecnológicos para peças de teatro, instalações de iluminação para espaços públicos e exposições de arquitetura. Trabalha atualmente como professor visitante na faculdade Srishti School of Art, Design e Tecnologia em Bangalore.

    • Waiming Unit 9

      Waiming é uma artista e criativa da @ unit 9 que reside em Londres. Unit9 é uma produtora criativa digital que criou algumas das experiências mais interessantes e irresistíveis dos últimos 10 anos. Waiming é graduada em MA Design For Interactive Media pela Middlesex University e já trabalhou com diversos projetos de arte internacionais. Atualmente explora o potencial das mídias móveis.




 


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